Com amor

Odeio tudo; às vezes! Odeio quando você me olha com cara de piedade, com ar de desprezo, com amor, com ar de esperança. Não sei mais o caminho a ser trilhado, mas também não ando fazendo tanta questão de mudar isso – às vezes quero sumir; às vezes não existir, mas nem sei o motivo, só sei.

Não ando sentindo muitas dores, mas já sei o motivo, ou, pelo menos creio ser falta de amor, ou, amor estagnado, - depreciado, sei lá, não há tantas razões para pensar nisso, não amo, não sou amado, por que pensar nisso?

Nada e ninguém valem à pena, tudo é o caminho da destruição, todos se consomem; tudo me consome – me destrói. Os sentidos estão aguçados, mas os sentimentos estão empoeirados dentro de um corpo cheio de chagas, cheio de magoas, cheio de mim mesmo.

Eu espero muito de muita gente, pelo menos esperei. Hoje sou um novo embrião, mas ainda não estou pronto para sair do casulo, a preparação é árdua e destrutiva, mas está valendo o esforço. Obrigado! – Agradeço a você pelo desprezo, pela sua ignorância, pelo seu teor de falsidade, pela sua arrogância, pela sua falta de amor; você está me fazendo, está me construindo, está me matando.


Por: RAT

Um comentário:

higor motta disse...

enfim creio que naõ a um homem mais sofredor que o que você acabou de descrever,mais sei tambem
que isso naõ passa de fatos.
fatos cocretos em situaçoes ocorridas em um personagem,
sendo ele fixticiou ou naõ.
aproposito mues parabens vejo em seu trabalho muita dor mais almesmo t6empo muito sentimento.