Comentários acerca de possíveis sistemas de convívio social

Não tenho a menor sombra de dúvida de que o anarquismo é o sistema de convívio social mais apropriado aos humanos. Não tenho dúvidas também de que, para que viesse a existir uma sociedade anarquista, seria necessário que a maioria estivesse de acordo.

Uma sociedade anarquista, na minha opinião, só será possível quando as pessoas em geral tiverem atingido um grau de consciência muito mais alto que a consciência comum de nossos dias. Isso demandará tempo, muito tempo. Não tenho dúvidas de que, quando for possível, os homens serem realmente livres e viverem positivamente, ou seja, sem ganância, que é o que move todas as guerras e conflitos, com pouqíssimas exceções, que seriam os casos passionais, o anarquismo seria possível e totalmente indicado.

Penso em um anarquismo que aproveite tudo o que a tecnologia criou e que não seja nocivo ao planeta e consequentemente aos humanos. Não vejo o anarquismo absolutamente como uma sociedade onde muitos ficarão na ociosidade, ou menos ainda um lugar onde reinaria a bagunça e o desrespeito. O fato é que só seria possível o anarquismo, se as pessoas estivessem de acordo. Conheço alguns anarquistas, ou seja, pessoas que entendem que o anarquismo seria o sistema ideal, que acreditam que deveriamos abrir mão da tecnologia, indústria, etc. E aí é o ponto em que eu quero chegar.

A tecnologia nuclear é ruim? Resposta: Sim, pode matar milhões num segundo, seus efeitos são devastadores e duradouros. Mas... tudo isso se presta a algo!!! Não é mesmo?

Nada disso acontece por acaso.

Nada disso acontece porque o cientista estuda a energia nuclear. Isso acontece por causa da ganância.

Além de todos os malefícios que eu citei acima, a energia nuclear faz coisas boas também. Salva vidas. Tudo é uma questão de direcionamento de causas. Tudo é uma questão de direcionar o que se faz, ou seja, o propósito.

Uma indústria polui violentamente o meio-ambiênte, além de também explorar seus funcionários e clientes, porém isso acontece por um propósito.

Os homens têm uma certa agressividade natural e alguns chegam até a exagerar, porém não me parece razoável afirmar que aconteceriam guerras se não fosse por ganância, interesses econômicos, mais objetivamente falando.

Tudo isso: A bomba atômica, a poluição ambiental, as guerras, têm um propósito!

Qual é o propósito? Na minha opinião é o dinheiro. Dinheiro é poder. Acabe como o dinheiro e acabará com o poder. Todos serão iguais.

Da mesma forma que o anarquismo, um sistema de sociedade que não usasse dinheiro, só seria possível num estágio evolutivo da humanidade, muito superior ao estágio atual. Demanda tempo. Vejo essa “sociedade que não usa dinheiro”, como um estágio intermediário até o real anarquismo. A referida sociedade que não usa dinheiro, estaria muito próximo do anarquismo, mas por ser um estágio anterior e teóricamente, em processo de adaptação, precisaria de leis. Para não haver distorções nem abusos pois, teóricamente, as pessoas ainda não estariam TODAS de acordo, ou ao menos dispostas a tentar.

Na minha opinião, o dinheiro e qualquer objeto que represente e/ou simbolize valor, devria ser abolido, extinto. Deveriamos manter uma sociedade produtiva, porém consciente.

Todos teriam direito a tudo, sem qualquer problema.

Muitos pensam que o dinheiro representa o progresso. Isso é um erro, se é nocivo, não é progresso. O veículo movido a ar comprimido é uma realidade há muito tempo! Uma tecnologia limpa que não polui absolutamente nada e que é totalmente viável. Totalmente viável e, por motivos econômicos não é industrializado em escala, por este motivo torna-se caro. Percebem onde quero chegar?

O indústrial que polui o planeta com suas chaminés fumegantes, poderia usar filtros que retém até 90% dos resíduos lançados na atmosfera. Por que não usa? Não usa porque é caro e diminuiría seus lucro$.

Por que a Amazônia continua sendo violentamente devastada? Por dinheiro!! Madeira, ouro, diamante, níquel, manganês, bauxita, etc.

Pra que a guerra no Iraque? Por petróleo!! Por dinheiro!! Por que todas as guerras?

Para o homem viver livre, ele não precisa necessáriamente regredir no tempo, viver do que planta e colhe literalmente. Podemos ser livres e, felizes também! A tecnologia tem muita coisa boa! Uma coisa não precisa estar necessáriamente vinculada à outra!! É possível viver livre, preservar o planeta e a dignidade humana, sem abrir mão de conforto e tecnologias sadias e consciêntes. Basta abrir mão de usar dinheiro.

No Fórum do site Consciência.org, existe um tópico que discute esse assunto específico, gostaria que opinassem, aqui ou lá. O url é: http://www.consciencia.org/forum/index.php/topic,1732.0.html

Fonte: Coletivo Sabotagem

Aqui começa meu desespero

Aqui começa o meu desespero, não sei como cheguei até aqui mas sei que pior que isso não pode ficar, quero muito morrer mas o que ainda me mantem vivo acho que é chamado de esperança. Mas como esperança se eu não acredito em um futuro bom? O que eu vou fazer hoje de tarde? De noite? Minhas aulas acabaram não tenho mais porra nenhuma pra fazer. Essa cidade maldita me coroe por dentro, a cada começo de planos a vontade de me matar aos poucos é maior, acendo um cigarro, o único prazer que ainda tenho, mesmo sendo este apenas um prazer fictício criado pela nicotina e o alcatrão. Como mesmo o prazer de qualquer droga, ilusório, fictício, produto do meio em que vivemos. Nós homens, que deixamos de ser homens há tempos, não sei quando isso aconteceu, imagine eu já nasci nessa confusão e nos chamar de porcos capitalistas é uma ofensa ao animal que deve estar mais perdido nisso que nós mesmos. Beleza, vamos tomar antidepressivos e vamos tentar nos adequar ao meio. Adequação ao meio, uma qualidade do homem, mas que meio é esse vivermos atrás dessa merda de dinheiro para depois podermos chegar em nossas casas e continuar a bitolação ligando a nossa enorme tv, com a nossa comida semipronta e líquidos de cores totalmente estranhas a natureza. A natureza, falamos em terceira pessoa desta, porque já não faz mais parte de nós, ou nós não fazemos mais parte dela. Deixe que a vida siga seu rumo, você tem que nascer, crescer, se reproduzir e morrer. Onde está escrito ganhar dinheiro, ter o bem de consumo mais caro, ser escravo de leis e normas que você não acredita, que se encaixaram no verdadeiro significado da vida. Vamos todos morrer por nossas ações, como mudar isso? – Mudar o que ta louco moleque, é assim e acabou. Porque sempre foi assim e sempre será ou você tem que se adequar. Será que só eu penso assim, por isso sou um louco varrido, que de tempo em tempo vou preso por alguma coisa mais estranha que a outra. Abrir a mente é um caminho sem volta, felizes dos ignorantes que não sabem do que eu estou falando. Queria muito achar a brecha da quarta dimensão, voltar no tempo para ser um ser humano medíocre como você, seu pai, seu avó que não tiveram que se preocupar com isso pois nunca tiveram tempo para pensar nessas coisas estavam muito preocupados em aumentar a riqueza da família. Isso não é errado, não se esqueça o louco aqui sou eu, não quis ofender. Só não acredito que tenhamos vindo ao mundo por esse objetivo, somos todos servos de alguém. Mesmo de Deus, Buda, Ala, ou qualquer que seja a sua religião. Você já parou para pensar que a Igreja usava as palavras, inferno, perdão, entre outras para cobrar donativos de seus filiados, quando essa era o Estado maior. Hoje em dia não é muito diferente, use tal, coma tal, seja tal alguma propaganda lhe veio a mente? Formação de opinião? Você sabe o que isso quer dizer? Alguém que é um formador de opinião é alguém que lhe dá caminhos para pensar e achar que a idéia que ele quis te passar seja uma verdade absoluta, pelo menos pra você, que é normal. Talvez nem saiba mas na maioria das vezes não estão preocupados com isso, o importante é manter a calma e ser normal, consumir produtos industrializados que só fazem bem pro bolso de quem os produz. Claro que eu não sou um radical como poderia ser se eu quero andar pelado na rua? Rua? Asfalto? Uma verdadeira bagunça, você acha que um dia a água vai acabar? Vai sim mas eu não vou mais estar vivo pra ver e nem você e os seus filhos e amigos você não vai ouvir falar nisso só espero que meus netos ainda possam ir para a praia, possam sair de casa sem roupas especiais, mas foda-se o que eu tenho a ver com isso vamos continuar plantando, assoreando rios, devastando florestas, andando com os nossos veículos auto poluidores. Como viver sem carro? Sem celular? Pergunte pro seu pai como era viver sem celular ou internet. Alguns viveram essas mudanças, muitos se adaptaram ao meio. E muitos morreram sem saber como o homem poderia voar? Pessoas morriam de sífilis, que bom que a ciência evoluiu, mas parece que parou. E a cura dos males do nosso século doenças tão devastadoras, que nós mesmos criamos. Acredito que deva existir um porque, mas Deus escreve certo por linhas tortas. Deus é o presidente do mundo, o cara que mais tem dinheiro acho que ele ainda não assumiu a sua posição no céu, que deve ser sentado do lado de quem tiver mais armas contra nós tontos. Educação é uma coisa tão ridícula no mundo todo, é um sistema fazedor de consumidores, não querem que você saiba de nada. Pois quanto menos você souber, menos trabalho você dá. Eu fui pra lá e voltei, minhas experiências psicodélicas e transcendentais são indiscutíveis e inexplicáveis, vamos todos mentalizar um ponto na testa no meio das sobrancelhas, que bom alto conhecimento, controle corporal, e outras coisinhas mais. Você só consegue chegar a algum lugar quando você não tem mais nada, amor, dor, preconceito, se você não tem nada, tem tudo que quiser, deixar a cabeça vazia, será que assim conseguirei algo, não você só vai ficar mais louco, sem entender porque as coisas são como são e não tem como serem mudadas. Vou morrer sem que meus pensamentos sejam escutados, talvez morrer para que sejam levados em conta, tomando meus complexos vitamínicos e meus antidepressivos, que acho que não fazem mais efeito. Sou apenas algo que você criou.

alexandre_sizenali@hotmail.com

Por alexandre_sizenali em 17 Dez 2006 - 1:56am

Fonte: Coletivo Sabotagem

Eu sou Rita de Cássia Sampaio de Souza

Por Esther Lucio Bittencourt

Fonte: Condomínio Brasil

Eu sou Rita de Cássia Sampaio de Sousa, de 45 anos, chamada de louca por tonico malvadeza por ter esfaqueado o seu neto — acm neto — em protesto contra o aumento de 91% dos congressistas. Eu sou a Rita, você é a Rita, nós somos a Rita, pois foi ela quem externou nosso desejo de extirpar o câncer em que se tornou a política brasileira, que todos nós cultivamos no silêncio de nossa covardia e da nossa omissão.Todos nós no fundo ou no raso invejamos a Rita. Confessemos!

Matar é crime, matar quando se empunha uma faca, se dá um tiro, se envenena alguém. Mas, e para esta morte que morremos a cada segundo, motivada por uma política econômica que só favorece aos mais abastados e aos próceres desta terra pode-se convocar os assassinos para o banco dos réus, pode-se jogá-los em uma cela de alguma carceragem?

Eu quero ser Rita de Cássia Sampaio de Souza, pois seu desespero também é o meu. É a nossa angústia de sermos brasileiros. E, por mais que os médicos atestem sua insanidade, como a grande mídia está dizendo, ela teve a lucidez de defender o povo brasileiro ao esfaquear quem o representa e legisla em causa própria o aumento de seu salário. Ela foi precisa ao mostrar ao mundo a miséria e a indigência humana a que estamos submetidos, por quem foi que elegemos para nos defender legalmente. E que de segundo a segundo nos rouba, engana, tripudia sobre nossa humanidade.

Não basta esfaquear um somente. Precisamos fazer isto com todos eles, ensinar que é urgente que sejamos respeitados nem que seja pelo medo que sentirão de nós, o povo, quando andarem pelas ruas, mesmo protegidos por seus vários seguranças pagos com os nossos impostos e descontos em nome do Instituto Nacional de Previdência Social. Ou matar de outra maneira, como deseja a OAB: novas eleições devem ser convocadas para que os assassinos do povo sejam afastados do poder que lhes permitem nos assaltar em plena luz do dia, com a falta de caráter que lhes é inerente.

Não me admirarei se Rita de Cássia Sampaio de Souza, misteriosamente aparecer enforcada em sua cela ou morta por outras detentas. Faz parte do sistema de punição dos senhores que estão acima das leis este tipo de ato: e como convivemos com isto no Brasil! mata-se o pobre, o elo mais fraco da corrente para que a corrupção e a violência possam prosperar.

Eu exijo que, de hora em diante, eu seja nomeada de Rita de Cássia em homenagem a esta mulher que numa facada em um dos desordeiros que nos saqueiam explicitou nossa ira de povo enganada. Não foi somente um protesto porque não consegue receber seu fundo de garantia, como desejam minimizar alguns.

A intenção e a reação são mais profundas e têm raízes na displicência dos que ocupam o poder no Brasil em crer que somos um povo pacífico. Somos, mas estamos de saco cheio. Ofendidos até os gorgomilos. E sempre tem um dia em que a casa desaba. Estou com as minhas unhas afiadas, a faca entre os dentes, pronta para matar quem tem prazer em acompanhar minha agonia diária para sobreviver sem nenhuma dignidade.

Exijo que me detenham como o fizeram com a Rita Cássia Sampaio de Souza, nome para ser lembrado, pois ela executou o que eu gostaria de ter feito. O sangue de suas mãos escorreu para as minhas, mas não aplacou a minha sede de justiça.

COM TODO ORGULHO REPITO: EU SOU RITA CÁSSIA SAMPAIO DE SOUZA, e agredi fisicamente o vulgo deputado Antonio Carlos Magalhães Neto, que realmente tem o nome de Antonio Carlos Peixoto de Magalhães Neto e é um representante da Câmara dos Deputados que votou para si um aumento de 91% num momento de recessão econômica da Brasil, recessão esta que caminha há mais de 15 anos e nenhuma luz no fim do túnel garante que ela acabará.

Enquanto nós, povo brasileiro, ó! Pagamos a conta.

Rita nos deixou uma mensagem: “todos nós temos motivos políticos para fazer isto” e o subtexto é: “tiremos a máscara. Pois toda ação pede uma reação. Eles nos matam por asfixia, nós os matamos com facadas ou os destituímos”. E pensar que ela usou apenas uma faca de cozinha, assim como se estripa um porco, se limpa um frango... para quem pode, né mesmo?


Fonte: Coletivo Sabotagem


"Conhecimento não se compra! Se toma e se compartilha!"

O Kaos ou a desconstrução?

Nem todas as pessoas enxergam o mundo como um lugar caótico, destrutivo, perigoso. As pessoas, estão acostumadas as belezas forjadas, ao belo imposto, não conseguem ver a destruição como algo que recomeça, algo novo.
As vezes o fim pode ser o começo de algo e vice-versa. Se analisarmos com frieza, o surgimento do capitalismo foi a derrocada da sociedade, foi algo destrutivo, mas estamos tão contaminados que não percebemos, não fazemos questão de perceber – é cômodo, é útil não pensar, é útil não analisar, não enxergar a realidade.
Quanto tempo falta para sua morte? Querer morrer? Isso parece um pensamento absurdo, mas milhares de pessoas pensam assim, milhares de pessoas aguardam a tão sonhada hora da morte, o tão sonhado encontro com o “paraíso”, lógico, o mundo não é mundo, e as pessoas não são pessoas, a vida não é vida, os pensamentos não são seus, os desejos não são seus.
Mas que porra de paraíso é esse? Também quero conhecer, mas o dito paraíso é bonitinho, não tem mulher pelada, não tem álcool, não tem sexo, não tem nada do que gosto – isso não é paraíso, é? Um paraíso com animais bonitinhos, riachos, pessoas andando felizes, saltitantes...urgh...não quero, prefiro ficar aqui, pelo menos “consigo escolher” as coisas que gosto, certo?
(...)
Rodrigo Américo Tardem


Quantas vezes eu gritei e ninguém escutou sequer um gemido. Quantas vezes eu chorei sem que ninguém visse uma lágrima cair. Quantas vezes amei sem que alguém percebesse sequer um brilho em meu olhar. Eu já cansei disso tudo, não quero mais ficar sentado na sarjeta comendo com os ratos implorando um simples olhar. Já cansei de cansar.
As vezes me vejo rodeado por pessoas, são amigos, desconhecidos, mas existe o calor humano. A única coisa que eu não consigo entender é porque eu ainda me sinto sozinho. Será que é por medo de me libertar dos dogmas dessa sociedade hipócrita? Será que eu vou viver sufocado por mais quanto tempo? Eu não sou mais aquele garoto sorridente da foto, poucos enxergam isso, não são capazes de ver que o meu sorriso é apenas exterior. Preciso gritar, pedir socorro, mas em quem eu posso me apoiar? Talvez a resposta esteja tão próxima que meus olhos não são capazes de enxergar. É, eu esqueci como é ser feliz, estou em um estado latente de letargia....preciso respirar, preciso de abrigo. Preciso de carinho...Preciso de um grito de AMOR!

Por Rodrigo Américo Tardem - 18/10/2006
Vejam a imagem abaixo, ela fala por si própria, e a notícia até combinou com a propaganda de cartões de crédito e o "bom" velhinho... Quanto a indignação, vou mostrar alguns dados, tirem suas próprias conclusões.



















Salário mínimo nominal: salário mínimo vigente.

Salário mínimo necessário: Salário mínimo de acordo com o preceito constitucional "salário mínimo fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender às suas necessidades vitais básicas e às de sua família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, reajustado periodicamente, de modo a preservar o poder aquisitivo, vedada sua vinculação para qualquer fim" (Constituição da República Federativa do Brasil, capítulo II, Dos Direitos Sociais, artigo 7º, inciso IV). Foi considerado em cada Mês o maior valor da ração essencial das localidades pesquisadas. A família considerada é de dois adultos e duas crianças, sendo que estas consomem o equivalente a um adulto. Ponderando-se o gasto familiar, chegamos ao salário mínimo necessário.

Ano 2004

Período Salário=Novembro
Mínimo nominal= R$ 260,00
Salário mínimo necessário= R$ 1.439,68

Período Salário=Dezembro
Mínimo nominal= R$ 260,00
Salário mínimo necessário= R$ 1.468,08

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Ano 2005

Período Salário=Novembro
Mínimo nominal= R$ 300,00
Salário mínimo necessário=R$ 1.551,41

Período Salário=Dezembro
Mínimo nominal=R$ 300,00
Salário mínimo necessário=R$ 1.607,11

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Ano 2006

Período Salário=Janeiro
Mínimo nominal=R$ 300,00
Salário mínimo necessário= R$ 1.496,56

Período Salário=Novembro
Mínimo nominal= R$ 350,00
Salário mínimo necessário= R$ 1.613,08

Fonte: http://www.dieese.org.br/rel/rac/salmindez06.xml
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É muito triste que em um país com 180 milhões de habitantes, pessoas ainda sobrevivam à margem de uma vida digna, à margem de políticos fascistas. Hoje é o dia da desgraça, pense assim todos os dias, pois, é assim que você vive todos os dias.

Nossa população precisa protestar, destruir, queimar carros, e, o melhor de todos - não votar. Por que não votar? Pelo simples fato da mentira que eles dizem e ainda dizem ser uma democracia, mas se é democracia por quê somos obrigados a votar?

Natal ou dia da Hipocrisia?


Bom, redigir um texto não é uma tarefa tão fácil assim, nem tão difícil, mas vamos lá, o que é o Natal? O que é hipocrisia? Alguém saberia me explicar? Vou usar o Michaellis para dar uma resposta bem simplória...

Natal
na.tal
adj m+f (lat natale) 1 Que diz respeito ao nascimento; natalício. 2 Pátrio: Terra natal. sm 1 Dia do nascimento. 2 Dia do aniversário de nascimento de qualquer indivíduo. 3 Dia ou época em que se comemora o nascimento de Jesus Cristo.

Hipocrisia
hi.po.cri.si.a
sf (gr hypókrisis+ia1) Manifestação de fingidas virtudes, sentimentos bons, devoção religiosa, compaixão etc.; fingimento, falsidade.


Alguém notou alguma semelhança? Eu arrumaria assim.

Hipocrisia
hi.po.cri.si.a
sf (gr hypókrisis+ia1) Manifestação de fingidas virtudes, sentimentos bons, devoção religiosa, compaixão etc.; fingimento, falsidade, Natal.

Ou,

Natal
Manifestação de fingidas virtudes, sentimentos bons, devoção religiosa, compaixão etc.; fingimento, falsidade, dia em que você abraça pessoas chatas, pessoas que não conversa durante o ano todo, não pela distância, mas por não fazer questão. Dia dedicado ao ato de falsidade, dia de colocar a falsa piedade em prática.


É muito fácil não olhar para as desgraças do mundo e neste dia você se transformar no salvador da pátria; naquela pessoa boa, humilde, caridosa, pergunto: E os outros dias do ano, onde estava você? Com certeza ocupado com sua vidinha medíocre, preocupado em ganhar dinheiro para sustentar a pança, mas não o culpo por isso, eu entendo suas fraquezas, elas são minhas também, mas não me venha com aquele discurso idiota de que o natal é dia de praticar a paz, de manifestar o sentimento de bondade, não faça isso; não assine o atestado de um ser desprezível, egoísta.

Não bastasse o dia de natal, ainda temos que suportar aquela música imbecil que os funcionários da rede globo de tele-alienação cantam todos os anos (...Hoje a festa é sua Hoje a festa é nossa É de quem quiser Quem vier) ou, ainda pior, (Depende de nós, Quem já foi ou ainda é criança Que a credita ou tem esperança, Quem faz tudo pra um mundo melhor) , e, que acabou sendo incorporada em algumas famílias com pessoas tacanhas, que lástima. Quem faz tudo para um mundo melhor? Eu? Você, seu vizinho? Quem? Responda. Já sei, aquelas pessoas que distribuem o sopão nos viadutos pensando que todos os moradores de rua são banguelas...ou aquele Homem gordo e barbudo que distribui presentes, mas ele não é hipócrita, ele apenas se preocupa com a alegria das crianças e pessoas aflitas naquele dia, claro, seria muito trabalho para o ano todo, e se isso acontecer ele não terá mais aquela barriga horrível, seria o “véio” Noel. Seria aquele cara que trabalhou todos os dias do ano e não conseguiu comprar alimentos e roupas para sua família, aquela cara cansado com as mãos cheias de calos, com a face marcada pelo cansaço, pelo sol quente...não, isso seria muita utopia, voltemos a realidade, ao nosso querido, bom e amável velhinho de barba branca, aquele velhinho que só aparece na casa dos ricos (claro, só lá tem comida boa, como ele vai manter a pança comendo somente arroz com feijão?) Pergunto-me: Por que as ditas instituições sociais não se preocupam com o verdadeiro bem-estar da sociedade ao invés de se preocupar com fórmulas ridículas de assistencialismo?

Ainda não terminei o texto, portanto, desculpem os possíveis erros...

Por: Rodrigo Américo Tardem

FÁBRICA DE MILAGRES

Nos últimos tempos tenho me perguntado se Jesus realmente existiu. A pergunta não é nenhuma novidade, alguns historiadores questionam isso, outros não discutem, mas a questão é: Jesus tem um plano para nós? Terá sido ele o primeiro corretor de seguros? – claro, satirizei um pouco, mas, será que as religiões, se é que podem ser chamadas assim também não o fazem? Afinal, são tantas que o IBGE teria um grande trabalho para realizar uma pesquisa, e no mundo? Quantas religiões existem?
Creio que os valores se perderam, mas não sei quais – quem os inventou ? Por que devemos segui-los? Por que existe essa necessidade de ter a religiosidade? Será que é o medo da barbárie? Mas se realmente existe este medo, não somos todos hipócritas? A barbárie acabou, ou a reinventamos em nome de “Deus”, dos lucros, das grandes empresas e da igreja? Até mesmo o salmo que diz: O senhor é meu pastor e nada me faltarás, parece uma deturpação em nome do dinheiro, pois, não seria interessante colocar : O senhor é meu pastor e não me faltarás. Uma simples palavra, uma única palavra e significado muda completamente.
Hoje o dinheiro é Deus! Deus é o dinheiro que compra sua comida, o carro do ano, “traz” felicidades, compra tudo, pode tudo, até dizimar milhares de pessoas no mundo; deixar nossas crianças, nossos velhinhos perecer no frio, com fome e com doenças que nenhum médico consegue detectar, será que Hipócrates se rebelaria contra esses sanguessugas? Será que o “Deus-dinheiro” conseguiria comprá-lo também?

Por: Rodrigo Américo Tardem

“Julgamento da Revolução”


Roberto Marinho


Memória: antes de ser canonizado pela pseudo-esquerda brasileira, o extremista de direita e apoiador de primeira hora da ditadura militar Roberto Marinho, dono das Organizações Globo, publicava este editorial em seu jornal “O Globo” do Rio de Janeiro, no dia 7 de outubro de 1984 enaltecendo o regime militar e recusando-se a participar da Campanha pela redemocratização do Brasil.

Assista "Muito Além do Cidadão Kane" - magnífico documentário da BBC de Londres sobre a rede brasileira de telealienação!

Participamos da Revolução de 1964, identificados com os anseios nacionais de preservação das lnstituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada. Quando a nossa redação foi invadida por tropas anti-revolucionárias, mantivemo-nos firmes e nossa posição.Prosseguimos apoiando o movimento vitorioso desde os primeiros momentos de correção de rumos até o atual processo de abertura, que se deverá consolidar com a posse do novo presidente.

Temos permanecidos fiéis aos seus objetivos, embora conflitando em várias oportunidades com aqueles que pretenderam assumir o controle do processo revolucionário, esquecendo-se de que os acontecimentos se iniciaram, como reconheceu o Marechal Costa e Silva, "por exigência inelutável do povo brasileiro". Sem o povo não haveria revolução, mas apenas um 'pronunciamento" ou "golpe" com o qual não estaríamos solidários.

O Globo, desde a Aliança Liberal, quando lutou contra os vícios políticos da Primeira República, vem pugnando por uma autêntica democracia, e progresso econômico e social do País. Em 1964, teria de unir-se aos companheiros jornalistas de jornadas anteriores, aos 'tenentes e bacharéis' que se mantinham coerentes com as tradições e os ideais de 1930, aos expedicionários da FEB que ocupavam a Chefia das Forças Armadas, aos quais sob a pressão de grandes marchas populares, mudando o curso de nossa história.

Acompanhamos esse esforço de renovação em todas as suas fases. No período de ordenação de nossa economia, que se encerrou em 1977. Nos meses dramáticos de 1968 em que a intensificação dos atos de terrorismo provocou a implantação do AI-5. Na expansão econômica de 1969 a 1972, quando o produto nacional bruto cresceu à taxa média anual de 10 %. Assinale-se que, naquele primeiro decênio revolucionário, a inflação decrescera de 96 % para 12,6 % ao ano, elevando-se as exportações anuais de 1 bilhão e 300 mil dólares para mais de 12 bilhões de dólares. Na era do impacto da crise mundial do petróleo desencadeada em 1973 e repetida em 1979, a que se seguiram aumentos vertiginosos nas taxas de juros, impondo-nos , uma sucessão de sacrifícios para superar a nossa dependência externa de energia, a deterioração dos preços dos nossos produtos de exportação e a desorganização do sistema financeiro internacional. Essa conjunção de fatores que violaram a administração de nossas contas externas obrigou- nos a desvalorizações cambiais de emergência que teriam fatalmente de resultar na exacerbação do processo inflacionário. Nas respostas que a sociedade e o governo brasileiros deram a esses desafios, conseguindo no segundo decênio revolucionário que agora se completa, apesar das dificuldades, reduzir de 80 % para menos de 40% a dependência ex- terna na importação de energia, elevando a produção de petróleo de 175 mil para 500 mil barris diários e a de álcool, de 680 milhões para 8 bilhões de litros; e simultaneamente aumentar a fabricação industrial em 85%, expandir a área plantada para produção de alimentos com 20 milhões de hectares a mais, criar 13 milhões de novos empregos, assegurar a presença de mais de 10 milhões de estudantes nos bancos escolares, ampliar a população economicamente ativa de 29 milhões para 45 milhões, 797 mil, elevando as exportações anuais de 12 bilhões para 22 bilhões de dólares.

Volvendo os olhos para as realizações nacionais dos últimos vinte anos, há que se reconhecer um avanço impressionante: em 1964, éramos a quadragésima nona economia mundial, com uma população de 80 milhões de pessoas e uma renda per capita de 900 dólares; somos hoje a oitava, com uma população de 130 milhões de pessoas, e uma renda média per capita de 2.500 dólares.

O Presidente Castello Branco, em seu discurso e posse, anunciou que a Revolução visava? à arrancada para o desenvolvimento econômico, pela elevação moral e política". Dessa maneira, acima do progresso material, delineava-se o objetivo supremo da preservação dos princípios éticos e do restabelecimento do estado de direito. Em 24 de junho de 1978, o Presidente Geisel anunciou o fim dos atos de exceção, abrangendo o AI-5, o Decreto-Lei 477 e demais Atos Institucionais. Com isso, restauravam-se as garantias da magistratura e o instituto do habeas-corpus. Cessava a competência do Presidente para decretar o fechamento do Congresso e a intervenção nos Estados, fora das determinações constitucionais. Perdia o Executivo as atribuições de suspender os direitos políticos, cassar mandatos, demitir funcionários e reformar militares. Extinguiam-se as atividades da C.G.1 (Comissão Geral de Inquéritos) e o confisco sumário de bens. Desapareciam da legislação o banimento, a pena de morte, a prisão perpétua e a inelegibilidade perene dos cassados. Findava-se o período discricionário, significando que os anseios de liberalização que Castello Branco e Costa e Silva manifestaram em diversas ocasiões e que Médici vislumbrou em seu primeiro pronunciamento finalmente se concretizavam.

Enquanto vários líderes oposicionistas pretenderam considerar aquelas medidas fundamentais como 'meros paliativos", o então Deputado Tancredo Neves, líder do MDB na Câmara Federal, reconheceu que a determinação governamental ?foi além do esperado".

Ao assumir o Governo, o Presidente Flgueiredo jurou dar continuidade ao processo de redemocratização. A concessão da anistia ampla e irrestrita, as eleições diretas para Governadores dos Estados, a colaboração federal com os novos Governos oposicionistas na defesa dos interesses maiores da coletividade, são demonstrações de que o presidente não falou em vão.

Não há memória de que haja ocorrido aqui, ou em qualquer outro país, que um regime de força, consolidado há mais de dez anos, se tenha utilizado do seu próprio arbítrio para se auto-limitar, extinguindo os poderes de exceção, anistiando adversários, ensejando novos quadros partidários, em plena liberdade de imprensa. É esse, indubitavelmente, o maior feito da Revolução de 1964

Neste momento em que se desenvolve o processo da sucessão presidencial, exige-se coerência de todos os que têm a missão de preservar as conquistas econômicas e políticas dos últimos decênios.

O caminho para o aperfeiçoamento das instituições é reto. Não admite desvios aéticos, nem afastamento do povo.

Adotar outros rumos ou retroceder para atender a meras conveniências de facções ou assegurar a manutenção de privilégios seria trair a Revolução no seu ato final".

Leia ainda: Rede Globo de Telealienação

Participe da Comunidade "Eu Odeio a Rede Globo" no Orkut:


Do site: http://www.culturabrasil.org/julgamentomarinho.htm

A saga do filme "Além do Cidadão Kane"

Desculpe o tamanho do post, mas leiam até o fim...

Do site: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2003/08/260569.shtml


Como a celeuma em torno da censura ao documentário "Além do Cidadão Kane" ajudou a transformar o filme num cult.

Foi há exatamente dez anos, em 1993. O documentário ?Além do Cidadão Kane?, da BBC havia sido apresentado em uma única sessão no Museu da Imagem e do Som (MIS). Até aí, tudo bem, e a repercussão do filme não teria nada de extraordinário, não fosse a decisão do então secretário da cultura do estado, Ricardo Ohtake, de demitir o programador do MIS, Geraldo Anhaia Mello, por ordens diretas do então governador Fleury, o ?marechal do Carandiru?. Para quem não é de São Paulo, o governo Fleury é considerado um dos mais corruptos da história do estado, só perdendo para o de seu padrinho político Orestes Quércia. A justificativa de Ohtake era que o filme estaria sendo exibido sem a autorização de seu diretor, Simon Hartog, mas todos diziam que o motivo real eram as pressões vindas diretamente de Roberto Marinho.

Imediatamente inicia-se violenta polêmica na imprensa, e Geraldo Anhaia Mello, longe de se intimidar, parte para o contra-ataque através do jornal ?Folha de São Paulo?. Tão logo toma conhecimento do caso, o próprio Simon Hartog envia autorização liberando a veiculação irrestrita do documentário em território nacional, e assim o pretexto para censurar o filme cai por terra. Não resta ao MIS outra alternativa senão realizar sessões gratuitas do filme, que atraem multidões que nunca teriam tomado conhecimento do documentário sem a celeuma em torno de sua censura. Eu fui uma das pessoas que compareceu a uma dessas sessões sempre lotadas, e apesar de ir muito ao cinema, foi o único filme a que assisti até hoje que foi aplaudido de pé no final. Homenagem mais do que merecida, não só ao filme (que dizia o que ninguém no Brasil tinha peito de dizer), mas à coragem e determinação do jornalista Geraldo Anhaia Mello.

Só para finalizar, queria dizer que nunca o Império Globo teria o poder que tem sem o apoio pra lá de camarada da ditadura militar. Se a Globo é hoje essa unanimidade de maquiavelismo e de prejuízo à liberdade de informação do povo brasileiro, devemos essa não só ao Roberto Marinho mas principalmente, ao regime canalha e assassino que a concebeu, regime que entregou em 1985 um país quebrado, arrasado, humilhado, cheio de cadáveres insepultos de estudantes e operários. Hoje, novamente a Globo encontra um parceiro poderoso na pessoa de Rupert Murdoch, o porta-voz de Bush, que faz da parceria Globo/ Time-Life uma mixaria. Nós brasileiros, precisamos estar de olho para não ficarmos à mercê por outros 40 anos da lavagem cerebral e manipulação do monopólio do plim-plim. Que a história não se repita jamais.
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Vejamos alguns comentários...democracia é tudo!?

Comentários

Vão arranjar o que fazer...
Anderson Antunes da Silva 17/08/2003 20:32
andnanso@yahoo.com.br

Por que vocês não vão arranjar o que fazer, ao invés de ficar criticando o Roberto Marinho e a Rede Globo? Ele criou o maior grupo de mídia da América Latina, que emprega mais de 20 mil pessoas em mais de 100 empresas. É pelos sucessos dele que ele deve ser lembrado, não pelos seus erros.

Vocês são uns nerds que não conseguem namoradas e vão pra frente do computador escrever asneiras sobre as pessoas cujas trajetórias vocês invejam.

CONVERSA PRÁ BOI DORMIR...
O mesmo 17/08/2003 23:29
aeciobarros@uol.com.br

Faz mais de 30 anos que escuto uma cambada de socialistas pseudocultos se queixando da globo e colocando nela a culpa pelos infortúnios do país. Pura idiotice...a Rede Globo faz mais parte cotidiano dos brasileiros e está mais próximo das comunidades do que qualquer serviço ou bem público, seja na escala federal, estadual e/ou municipal. Somos donos da rede globo e a nossa história se confunde com a história da globo em muitos pontos das nossas vidas. A inveja causada pelo monstruoso sucesso e elevado padrão de qualidade gera esssa e outras grandes babaquices e idiotices. VIVA A REDE GLOBO! A única coisa decente que este país conseguiu produzir nos últimos 50 anos graças aos arrojo, coragem e inteligência do Sr. Jornalista Roberto Marinho.
Quisera tivéssemos não APENAS uma, mas, 2, 3, 4, 50 GLOBOS, com certeza o país seria outro.
E O LULALÁ, parece que enfim ele e o seu tétrico PT descobriram agora no poder que a GLOBO não tem nada com isso...
Jã era tempo...
Porcurem o que fazer! Bando de desocupados!

Retardado
Fernando 18/08/2003 16:33
fernando@utp.com.br

Anderson,

Se faz mais de 30 anos q vc ouve os pseudosocialistas dizerem isso, lamento dizer, mas vc eh mais do que um imbecil q não consegue ver um palmo diante do nariz! 30 anos ... bem acredito q vc deve ser um velho criado assistindo essas babaquices da Globo. Sinto lhe dizer q a verdade sobre a Globo é dita e mais dita não só para pseudosocialista (nunca fui socialista), mas para todas as pessoas com mais de dois neurônios. MAs como vc mesmo disse está ouvindo isso a mais de 30 anos e sua mente jah esta condicionada a esse lixo q eh a Globo sendo assim, Sr, Anderson, acho melhor o sr voltar pra frente da TV, ou utilizar-se do site globo.com.

Protesto
Alfredo da Cruz 18/08/2003 17:53
alfredo@htol.com.br

Anderson,

Vai fazer alguma coisa vc! Seu tapado! Por acaso vc naum eh esse Anderson: ANDERSON ANTUNES DA SILVA 4/029/639-3/SSP/SC 6

18/08/2003 22:22
mhungria@uol.com.br

Parabéns pela narrativa.
Concordo inteiramente com você. Infelizmente nosso povo não tem a cultura necessária para saber quando está sendo manipulado por esse 'Império'...
Na minha opinião, uma mídia que deturpou a nossa juventude através de suas novelas imbecis e manipulou a opinião pública através do poder financeiro e político para se manter sempre na posição em que está custe o que custar, mereceria uma reprovação de nós todos. Mas o dia chega...

VERMES GLOBAIS
MARCUS VINICIUS 19/08/2003 07:59
dmw6@ig.com.br

Caros Amigos,

Vejo com consternação estes comentários que aplaudem os feitos deste que foi o maior verme cultural de nosso país: O sr. Roberto Marinho.
Acredito que só um escravo do "Padrão Global de Cultura" pode venerar as peripécias do "Cidadão Kane".
Não há nada mais reluzente na tela da TV Globo do que a Mentira.

Um abraço aos Escravos da Globo e aos amigos "normais"

Marcus Vinicius

Com amor

Odeio tudo; às vezes! Odeio quando você me olha com cara de piedade, com ar de desprezo, com amor, com ar de esperança. Não sei mais o caminho a ser trilhado, mas também não ando fazendo tanta questão de mudar isso – às vezes quero sumir; às vezes não existir, mas nem sei o motivo, só sei.

Não ando sentindo muitas dores, mas já sei o motivo, ou, pelo menos creio ser falta de amor, ou, amor estagnado, - depreciado, sei lá, não há tantas razões para pensar nisso, não amo, não sou amado, por que pensar nisso?

Nada e ninguém valem à pena, tudo é o caminho da destruição, todos se consomem; tudo me consome – me destrói. Os sentidos estão aguçados, mas os sentimentos estão empoeirados dentro de um corpo cheio de chagas, cheio de magoas, cheio de mim mesmo.

Eu espero muito de muita gente, pelo menos esperei. Hoje sou um novo embrião, mas ainda não estou pronto para sair do casulo, a preparação é árdua e destrutiva, mas está valendo o esforço. Obrigado! – Agradeço a você pelo desprezo, pela sua ignorância, pelo seu teor de falsidade, pela sua arrogância, pela sua falta de amor; você está me fazendo, está me construindo, está me matando.


Por: RAT
"Minhas mãos existem para o afeto, não para criar calos, para criar armas. Minha inteligência existe para o bem, não para usurpar as pessoas, para criar armas, destruição..."