Divagações entre física e metafísica

Existem questionamentos amorosos entre a física e a metafísica? O que é amar? O que é sentir dor?


Todo existencialista divaga sobre a realidade da vida e a transmutação da realidade humana. Todos os sentimentos e sentidos são pífios ardores de uma vida frustrada onde não conseguimos controlá-los; não conseguimos viver.

A realidade humana é tão subjetiva e vazia que precisamos criar fatos e emoções constantemente para não morrermos. A guerra das falácias é mais real que a própria “vida”, pois, como não nos conhecemos perfeitamente em nossa matriz, precisamos de um sonho perfeito para continuar.

Vivos?

Ando me perguntando sobre o que é real – sobre signos e silogismos para tentar acreditar que realmente existo.

O mundo não é mais mundo, não como em sua égide; hoje “vivemos” como máquinas – vazias e sem sentimentos. Não estamos mais preparados para sentir, para viver. A sociedade vive um torpor maciço e gosta disso – é mais fácil viver assim – é menos doloroso – é menos vil. Você deve estar se questionando sobre esse argumento, mas vos digo: - Hoje tudo é nivelado por baixo, até a inércia e inanição foi banalizada pela sociedade. Nada mais tem sentido! Nada mais faz sentido!

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