sexta-feira, maio 23, 2008

Chico Buarque: Nunca vi alguém ser tão insultado quanto Lula

Confira o depoimento do cantor e compositor carioca Chico Buarque, tratando da forma como a oposição parte impiedosamente para cima do presidente Luiz INácio Lula da Silva. O texto foi publicado no site da CUT-PR.


"O preconceito de classe contra Lula continua existindo - e em graus até mais elevados. A maneira como ele é insultado eu nunca vi igual. Acaba inclusive sendo contraproducente para quem agride, porque o sujeito mais humilde ouve e pensa: 'Que história é essa de burro? De ignorante? De imbecil?'

"Não me lembro de ninguém falar coisas assim antes, nem de Collor. 'Vagabundo! Ladrão! Assassino!' - até assassino já ouvi. Fizeram o diabo para impedir que o Lula fosse presidente. Inventaram plebiscito, mudaram a duração do mandato, criaram a reeleição.

"Finalmente, como se fosse uma concessão, deixaram Lula assumir. 'Agora sai daí vagabundo!' É como se estivessem despachando um empregado a quem se permitiu o luxo de ocupar a Casa-Grande. 'Agora volta pra senzala'. Eu não gostaria que fosse assim."

(Chico Buarque de Holanda)

quinta-feira, maio 22, 2008

JARDIN DO ÉDEN 1.0

Sua vida era um monitor, sua vida era um computador. De onde eu morava podia ouvir seus dedos no teclado, podia ouvir os cliques no mouse, poderia ouvir todos os ruídos de sua vida. Raul como sempre estará em seu quarto, digitando, clicando, em seu computador. Sua identidade era o Orkut, seus amigos eram digitais, suas conversas eram em MSNs e seus bares eram as salas de bate-papo. Há tempos que não vejo Raul sair, de onde estou ouço sempre seu andar, seu digitar, seu clicar, mas não ouço sua voz, sua expressão e sua comunicação dependem de um meio chamado teclado. Raul pelo que sei apenas e unicamente alimentava-se de pizza. Seus passeios eram apenas por Second-Life, do qual formara seu eu cibernético, o que sempre quis ser, seu alter-ego falso, seu não eu interior. Raul não tinha amigos de verdade, só digitais do qual nunca conhecera, Raul tinha um filho digital, Raul tinha uma namorada digital, Raul tinha uma casa digital, Raul tinha um emprego digital, Raul tinha uma vida digital. Raul fazia parte da nova geração dos fones de ouvido, da qual podemos notar ao apenas sair nas ruas, os jovens e velhos com fones de ouvido, a musica repetitiva, a musica ruim que entra nos ouvidos humanos e impedem- o de pensar, o MP3 assassino da musica, os jovens que não pensam e só tem uma mesma batida ecoando em seus ouvidos como pensamento falecidos:
TUTTUTUTUTUTUTUTUTUTUTUTUTUTTUUTUTUTUTUTUTUT
Raul fazia parte desta geração, da geração fone de ouvido, da geração que levanta as mãos para a cultura japonesa como se eles fossem deuses, levantam as mãos para a cultura “Estadounidense” como se fossem deuses. Era a geração fone de ouvido da qual os pensamentos se tornaram uma única batida.
Raul não dormira esta noite, fiquei da sacada do meu prédio observando seus atos, não saira da frente de seu monitor, não piscara, não respirava, não sentia, não amava. Raul já nem sabia em que ano vivia ou como era o mundo lá fora. Raul não bebia água, só Coca-Cola, Raul não pensava, ouvia musica, musica barata, musica ruim. Podemos notar que a musica reflete o jovem, aos anos sessenta e setenta, anos de opressão a musica era revolucionaria como o jovem era. Hoje, anos de opressão e consumismo, a musica é consumista... Como o jovem. Raul era a imagem do jovem de hoje, parado em frente a um monitor, parado em frente a uma vida que cai como areia numa ampulheta, Raul era a imagem, Raul era uma geração inteira de jovens que morrem em frente a um monitor e esquecem de sua vida, Raul é uma geração de jovem que faz sexo verbal num celular, Raul é a geração morta dos jovens, adultos e velhos. Raul está em seu quarto, sua vida está passando devagar.
- O que você faz tanto lá Raul? – digo eu, um dia do qual consegui o fazerele sair de casa. Parecia um leão que acabara de chegar a um zoológico: Acuado com a realidade.
- Ouço musica, baixo vídeo, assisto anime, converso no Messenger, entro no Orkut, eu vivo cara, eu vivo!
- Vive?
- Vivo!
Ele olhava para mim como se fosse me atacar, eu bebia uma água mineral, ela estava gelada, as pedras de gelo flutuavam naquele copo com o comercial de uma loja famosa, ele olhava para mim, eu olhava para o copo, e num súbito movimento joguei o copo com a água gelada na cara de Raul.
- Você é louco! – ele me disse levantando e tentando enxugar seu I POD.
- Me diga o que você sentiu Raul! Como se sentes!
- Molhado! Como você queria que me sentisse!
- Você já se sentiu assim antes?
Ele me olha e roucamente diz:
- Não...
Então você vive Raul? Nunca se molhara em publico, você vive?
- Mas isso não tem nada a ver.
Levanto-me e dou-lhe um soco, ele cai, seu I POD se espatifa no chão. Seu rosto sangra, ele sente dor, não consegue levantar.
- Raul, o que sentes.
- Seu louco! Você quebrou meu nariz – as pessoa olhavam para nós assustadas.
- Me diga, já sentiu isto antes? Esta dor!?
- Não, nunca senti!
- E isso! – largo –me na cadeira exausto – você nunca vivera caro Raul, não sentira nada, como Adão não sentia nada no paraíso, foi só sair dele que passou a sentir dor. Meu conselho é que todos nós devemos sair do paraíso, do Jardim do Éden que agora se configura com o nome de Internet, devemos sair, ir embora, roubara as maças divinas pois se Deus não queria que comessem então ele que enfie onde quiser tais maças pois comeremos sim! Digo para abandonarmos Éden, digo para abandonarmos o paraíso, para abandonarmos a Internet e tudo que nos falsifica nossos sentimentos, hoje não sentimos dor, não sentimos ódio, não sentimos nada que era para um ser humano sentir, hoje programas de computador sente pela gente, nossas vidas é um “Avatar” de um jogo que imita a vida, mas não é igual a ela, nossa identidade é um Orkut do qual criamos nossos alter-egos e damos um tiro na boca do nosso verdadeiro eu interior, somos a geração dos fones de ouvido meu caro Raul, não pensamos, não sentimos dor, somos consumistas de um estilo de vida que não é nosso, somos vermes digitais e morremos sem notar o que se passa.
Raul olhava para mim, ele entendera a mensagem, ele entendera o que eu disse, ele levantara e me olhava com seu nariz sangrando para o fundo de meus olhos, ele olhava como se entendesse como se envergonhasse como se me encarasse e gritasse: Nasci.
Observei Raul chegar em seu apartamento, tinha um curativo no nariz quebrado e portava um embrulho. Notei ele chegar, rir, abrir o embrulho. Apareceu um Taco de Beisebol brilhoso, madeira maciça, com o nome de algum time americano. Ele chegara em frente ao seu computador, passou a mão no monitor como se fosse uma garota, olhou para o gabinete. O taco acertou em cheio o monitor que saiu voando partindo os cabos e fios, o vidro se estraçalha como se fosse uma alma morta, seu gabinete vira um “S” de pauladas, seu MP3 sua câmera digital sua vida digital se torna uma bola de fogo flamejante, ele ria, ele ria muito, ele quebrava tudo que fosse eletrônico, ele ria e gritava:
Eu estou livre!
Raul saiu pela porta da frente com seu nariz sangrando, e uma mala, nunca mais o vi... Tinha se libertado de seu paraíso, tinha ido embora do Jardim do Éden e tinha queimado a arvore do fruto proibido.

RHUAN ROUSSEAU

FODA -SE O SEU TRABALHO


Quer uma dica? Assista : Californication da WB lembra Chuck Palahniuk.

Privilegios.... Se fosse possível reduzir a população do mundo inteiro em uma vila de 100 pessoas, mantendo a proporção do povo existente agora no mundo, tal vila seria composta de:

57 Asiáticos
21 Europeus
14 Americanos (Norte, Centro e Sul)
8 Africanos
52 seriam mulheres
48 homens
70 não brancos
30 brancos
70 não cristãos
30 seriam cristãos
89 seriam heterossexuais
11 seriam homossexuais
6 pessoas possuiriam 59% da riqueza do mundo inteiro e todos os 6 seriam dos EUA
80 viveriam em casas inabitáveis
70 seriam analfabetos
50 sofreriam de desnutrição
1 estaria para morrer
1 estaria para nascer
1 teria computador
1 (sim, apenas 1) teria formação universitária

Se o mundo for considerado sob esta perspectiva, a necessidade de aceitação, compreensão e educação torna-se evidente. Considere ainda que se você acordou hoje mais saudável que doente, você tem mais sorte que um milhão de pessoas que não verão a próxima semana.
Se nunca experimentou o perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia da tortura, a dor da fome, você tem mais sorte que 500 milhões de habitantes no mundo.
Se você pode ir à igreja sem o medo de ser bombardeado, preso ou torturado, você tem mais sorte que 3 milhões de pessoas no mundo.
Se você tem comida na geladeira, roupa no armário, um teto sobre sua cabeça, um lugar para dormir, considere-se mais rico que 75% dos habitantes deste mundo.
Se tiver dinheiro no banco, na carteira ou um trocado em alguma parte, considere-se entre os 8% das pessoas com a melhor qualidade de vida no mundo.
Se seus pais estão vivos e ainda juntos, considere-se uma pessoa muito rara.
Se puder ler esta mensagem, você recebeu uma dupla benção, pois alguém pensou em você e você não está entre os 2 bilhões de pessoas que não sabem ler.
Vale a pena tentar...

"Trabalhe como se não precisasse do dinheiro"
"Ame como se ninguém nunca o houvesse feito sofrer"
"Dance como se ninguém estivesse olhando"
"Cante como se ninguém estivesse ouvindo"
"Viva como se aqui fosse o paraíso."

(autor desconhecido)

quinta-feira, março 27, 2008

Reflexão

Todos os dias são dias de sofreguidão, a multidão exalando suas lamurias na supressão dos vagões lotados dos trens, mulheres e homens esquecem-se de "suas vidas” e partem para mais uma anestesia mental em seus vis trabalhos.

Não existe compaixão entre a civilização, mas, o que me preocupa mesmo não é a falta dela, mas a falta de indignação.

terça-feira, março 25, 2008

Flores para Réquiem

Não existe ninguém mais triste que a própria solidão
Nenhum sorriso disfarça a carência e ausência de amor
Amores não se compram com presentes

Nenhum domingo é feliz sem um olhar carinhoso;
Assim como edredons não aquecem corações -
E agulhas não conseguem costurar pequenos retalhos!

A vida se passa em alguns minutos,
Deixamos as flores na vitrine da loja
Para seguir sozinhos sem coragem de abraçar o mundo!

Um mundo que não tem piedade dos fracos,
Não respeita os não amados
Apedreja os corajosos!

Todo dia é dia de amor!
Todo dia é dia de amar!
Todo dia é dia de flores!
Todo dia é dia de dores!

Que vida é essa que não temos controle?
Que vida é essa que nos exige sentidos, e nos deixa sem eles?
Que vida é essa que cobra razão e destrói emoções?
Que vida é essa que que pede emoções sem nenhuma razão?

Não! Não! Não!
Não há razão sem emoção, muito menos emoção sem razão?
Não há amores solitários, não existem beijos roubados,
Não há desejos sem pecados!!!

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

A MINHA CAUSA É A CAUSA DE NADA! (*)

Há tanta coisa a querer a ser a minha causa! A começar pela boa causa, depois a causa de Deus, a causa da humanidade, da verdade, da liberdade, do humanitarismo, da justiça; para além disso, a causa do meu povo, do meu príncipe, da minha pátria, e finalmente até a causa do espírito e milhares de outras. A única coisa que não está prevista é que a minha causa seja a causa de mim mesmo! “Que vergonha, a deste egoísmo que só pensa em si!”
Vejamos então como se comportam com a sua causa aqueles para cuja causa se espera que nós trabalhemos, nos sacrifiquemos e nos entusiasmemos.
Vós que sabeis dizer tanta coisa profunda sobre Deus e durante milênios haveis “sondado os enigmas da divindade” e lhes perscrutastes o âmago, vos sabereis decerto dizer-nos como é que o próprio Deus trata a “causa de Deus”, que nós estamos destinados a servir. E de fato vós não fazeis mistério nenhum do modo como o Senhor se comporta. Qual é então a sua causa? Terá ele, como de nós se espera, feito de uma causa estranha, da causa da verdade e do amor, a sua própria causa? A vós, este mal-entendido causa-vos indignação, e pretendeis ensinar-nos que a causa de Deus é sem dúvida a causa da verdade e do amor, mas que não se pode dizer que esta causa lhe seja estranha, já que Deus é, ele mesmo, a verdade e o amor; a vós, indigna-vos a suposição de que Deus possa, como nós, pobres vermes, apoiar uma causa estranha como se sua fosse. “Como poderia Deus assumir a causa da verdade se ele próprio não fosse a verdade?” Ele só se preocupa com sua causa, mas como é tudo em tudo em tudo, e a nossa é bem pequena e desprezível: é por isso que temos de “servir uma causa superior”. Do exposto fica claro que Deus só se preocupa com o que é seu, só se ocupa de si mesmo, só pensa em si e só se vê a si – e ai de tudo aquilo que não caia nas suas graças! Ele não serve nenhuma instância superior e só a si se satisfaz. A sua causa é uma causa... puramente egoísta.
E que se passa com a humanidade, cuja causa nos dizem que devemos assumir como nossa? Será a sua causa a de um outro, e serve a humanidade um causa superior? Não, a humanidade só olha para si própria, a humanidade só quer incentivar o progresso da humanidade, a humanidade tem em si mesma a sua causa. Para que ela se desenvolva, os povos e os indivíduos têm de sofrer por sua causa, e depois de terem realizado aquilo de que a humanidade precisa, ela, por gratidão, atira-os para a estrumeira da história. Não será a causa da humanidade uma causa... puramente egoísta?
Nem preciso de demonstrar a todos aqueles que nos querem impingir a sua causa que o que os move são apenas eles mesmos, e não nós, o seu bem-estar, e não o nosso. Olhem só para o resto do lote. Será que a verdade, a liberdade, o humanitarismo, a justiça desejam outra coisa que não seja o vosso entusiasmo para os servir?
Por isso todos se sentem nas suas sete quintas quando zelosamente lhes são prestadas honras. Veja-se o que se passa com o povo, protegido por dedicados patriotas. Os patriotas tombam em sangrentos combates, ou lutando contra a fome e a miséria. E acham que o povo quer saber disso? O povo “floresce” com o estrume dos seus cadáveres! Os indivíduos morreram “pela grande causa do povo”, o povo despede-se deles com umas palavras de agradecimentos e... tira daí proveito. É o que se chama um egoísmo rentável.
Mas vejam só aquele sultão que tão delicadamente se ocupa dos “seus”. Não será isto o altruísmo em estado puro, não se sacrifica ele hora a hora pelos seus? Exatamente, pelos “seus”. Tenta tu mostrar-te uma vez, não como seu, mas como teu, e vais parar às masmorras por teres fugido ao seu egoísmo. A causa do sultão não é outra senão ele próprio: ele é para si tudo em tudo, é único, e não tolera ninguém que ouse não ser um dos “seus”.
E todos estes brilhantes exemplos não chegam para vos convencer de que o egoísta leva sempre a melhor? Por mim, extraio daqui uma lição: em vez de continuar a servir com altruísmo aqueles grandes egoístas, sou eu próprio o egoísta.
Nada é causa de Deus e da humanidade, nada a não ser eles próprios. Do mesmo modo, Eu sou a minha causa, eu que, como Deus, sou o nada de tudo o resto, eu que sou o meu tudo, eu que sou o único.
Se Deus e a humanidade, como vos assegurais, têm em si mesmos substância suficiente para serem, em si, tudo em tudo, então em sinto que a mim me faltará muito menos, e que não terei de me lamentar pela minha “vacuidade”. O nada que eu sou não o é no sentido da vacuidade, mas antes o nada criador, o nada a partir do qual eu próprio, como criador, tudo crio.
Por isso: nada de causas que não sejam única e exclusivamente a minha causa! Vocês dirão que a minha causa deveria, então, ao menos ser a “boa causa”. Qual bom, qual mau! Eu próprio sou a minha causa, e eu não sou nem bom nem mau. Nem uma nem outra coisa fazem para mim qualquer sentido.
O divino é a causa de Deus, o humano a causa “do homem”. A minha causa não é nem o divino nem o humano, não é o verdadeiro, o bom, o justo, o livre, etc., mas exclusivamente o que é meu. E esta não é uma causa universal, mas sim... única, tal como eu. Para mim, nada está acima de mim! (STIRNER, 2004, p. 9-10-11)

(*) “Ich hab’ mein Sach’ auf nichts gestellt”, literalmente “Fundei a minha causa sobre o nada”, é a primeira linha do poema de Goethe intitulado Vanitas! Vanitatum vanitas!, de 1806.

STIRNER, Max. O único e a sua propriedade. Portugal, Lisboa: Antígona, 2004, 339p.

Saúde, Anarquias e Liberdade!!!

Max Stirner


segunda-feira, dezembro 17, 2007

Utilidade Pública

Bom, as dores são nossas, isso ninguém consegue proibir. Vou tornar o blog mais útil, ou seja, colocarei alguns links para quem curte ler livros e, na maioria das vezes não consegue comprá-los. Os links o levarão ao universo paralelo que existe entre editoras e socializadores da cultura letrada e entretenimento, o copyleft...

Para iniciar nosso trabalho, começemos com a acidez de Chuck Palahniuk no livro Clube da Luta.

sexta-feira, dezembro 14, 2007

O Silêncio que perturba


Do meu quarto branco tento reanimar minhas expectativas perante a vida, minhas paredes, chão e móveis são testemunhas de uma fragilidade que nem mesmo eu conhecia.
Nos dias chuvosos fico tão melancólico que não tenho vontade de fazer nada, é uma tristeza tão grande ver gotas cairem do céu; escutar o barulho da água caindo sobre a calha velha que nem meu abrigo sob o edredom me protege dos pensamentos ignóbeis.
Ja desejei a morte muitas vezes, mas encontrei a salamandra-de-fogo em um momento crucial de minha vida...
Antes morte ao silêncio das palavras. A ocultação do persamento é algo que perturba minha percepção - aguça meus pensamentos dantescos e leva minhas forças embora.

Ninguém compreende nada, nem mesmo eu. Ensinamentos budistas dizem que devemos seguir o caminho do meio, creio não cantarolar mais em caminho algum faz tempo...

domingo, dezembro 09, 2007

Como abrir algemas...


Escape Handcuffs With Your Watch... - The funniest videos are a click away

Este video mostra com detalhes como é simples abrir algemas utilizando a pulseira de um relógio ou mesmo um clipe de papel. A narração é em ingles, mas o video pode ser entendido por qualquer um.

Dica: Leve sempre um clipe de papel no bolso quando for bater de frente com os "homens da lei".

Verdades Sinceras

Verdades sinceras... Você pode sentir todo calor que existe no sol É só olhar para os lados e veremos pessoas tristes... Olhamos muito...